
Entre férias em destinos paradisíacos e treinos sem desculpas, a apresentadora mostra que o facto de estar mais tonificada é o reflexo visível de um percurso que tem sido longo e intencional.
Não é de hoje que Cristina Ferreira se tem dedicado de forma persistente a melhorar a sua condição física e, consequentemente, a sua saúde. Para isso, já há vários anos que decidiu adotar hábitos de vida saudáveis. E se é verdade que os resultados têm sido notórios ao longo do tempo, também não é mentira que eles nunca foram tão visíveis como agora. Durante as recentes férias que fez com o namorado, João Monteiro, a apresentadora da TVI foi publicando nas redes sociais fotografias e vídeos seus que evidenciaram que está mais magra e mais musculada do que nunca. Uma mudança que, ela que tem 48 anos, pode muito bem levá-la a cumprir a promessa que tinha feito para quando chegasse aos 50: estar na melhor versão de si mesma.
O caminho para conseguir o corpo de sonho, e a paz de espírito que sempre desejou, tem sido longo mas consistente e, mesmo com alguns altos e baixos, a também diretora de Entretenimento e Ficção do canal de Queluz de Baixo mostra que se mantém focada no objetivo. Não quer com isto dizer que seja um percurso tranquilo, como a própria já fez questão de reforçar. “Aos 50, vou estar incrível (escrevi isto na minha mente há muito tempo). (…) Podia era ser mais fácil”, chegou a desabafar nas plataformas digitais.
Tem sido a prática de exercício físico regular, uma rotina de sono equilibrada e um regime alimentar controlado que a têm ajudado. O açúcar, por exemplo, foi praticamente erradicado da sua mesa e a comunicadora ingere apenas “aquele que existe naturalmente” nos alimentos. “Antes, olhava para uma bolacha e apetecia-me, agora zero. Não tenho apetite nenhum por isto”, disse em setembro passado, no programa Dois às 10, que conduz ao lado de Cláudio Ramos. “Se formos ao tempo dos nossos avós, eles não comiam nem um terço das coisas que nós comemos hoje em dia que têm açúcar. É tentar perceber que isso evita muitas doenças graves de futuro na nossa vida. E dar a uma criança açúcar como nós damos é não querer o melhor para ela, é isso que temos que ter em atenção”, rematou.
Nada disto a impede, claro, de sair para almoçar ou jantar fora. “Gosto muito de ir a restaurantes e não abdiquei desse prazer. Faço escolhas conscientes. Não peço pão nem sobremesa. Retirar o açúcar tem efeitos imediatos na energia e no funcionamento do organismo”, alertou.
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