
Foi durante mais uma arruada que um homem terá tentado avançar contra o candidato do Chega, com um martelo de madeira. A segurança privada de André Ventura, assim como a PSP travaram o homem, que ficou longe do candidato presidencial. O Chega fala em tentativa de intimidação política, mas o homem teve outra justificação.
“Isto é violência política, pura e dura. Um homem dirigiu-se a André Ventura com um martelo na mão, o que levou a uma rápida atuação da PSP e da segurança. O CHEGA é hoje o principal alvo do ódio político em Portugal. Quando se normaliza o ataque, a violência torna se inevitável. Não nos intimidam. Não nos calam”, escreveu Pedro Frazão, na rede social X.
No entanto, de acordo com o correio da Manhã, o suposto transgressor é um antigo combatente português, que garante não querer fazer mal a Ventura, sendo mesmo um apoiante do partido que este lidera.
O homem terá revelado à PSP ser militante do Chega e que o martelo não era para agredir Ventura, mas antes um simbolismo do que o país precisa, “uma martelada”, mas no sentido figurado e não literalmente, como foi transmitido pelo Chega, durante esta arruada em Moscavide.
Confrontado com as declarações do pretenso agressor à PSP, Ventura revelou que ainda não sabe se vai ou não avançar com queixa na PSP e que não chegou a ver o homem em momento algum. “É uma justificação estranha, vamos avaliar”, referiu Ventura, citado pelo Correio da Manhã.