
Tânia Laranjo faz um desabafo emotivo em que destaca a bondade dos portugueses mesmo em situações catastróficas. A jornalista da CMTV começou por relatar: “Nos últimos dias, voltámos a entrar em casas e, antes mesmo de pousarmos o cansaço, já havia mãos estendidas com água fresca, fruta acabada de cortar, café quente”.
Visivelmente emocionada, acrescenta: “Oferecem-nos tudo. Tudo o que têm. Como se dar fosse a coisa mais natural do mundo”. A jornalista conceituada garante que em situações como a presente, há uma ligação facilmente estabelecida com o entrevistado: “Voltámos a abraçar desconhecidos como se fossem família. E, de repente, deixam de o ser. Porque aqui ninguém é estranho por muito tempo”.
Tânia Laranjo tem uma certeza: “(…) que nos salva, sempre…”
Tânia Laranjo descreveu esta experiência como um “aconchego raro”, e garantiu que a equipa se sentiu “em casa, mesmo quando estamos longe da nossa”.
Sobre as horas de viagens e as dificuldades , garante: “Cansada, sim. De corpo pesado e olhos cheios. Mas com o coração absolutamente certo de que vivemos num país extraordinário”.
Por fim, elogiou a capacidade de partilha dos portugueses, onde “quem tem pouco não hesita em abrir a porta” e confessa que, para si, essa generosidade é a chave: “E talvez seja isso que nos salva, sempre”.