
A atriz e cantora está a viver na Casa do Artista há quase três anos e assume que se sente “muito bem”, embora saia pouco à rua. Com mobilidade reduzida, passa os dias no quarto a fazer renda, a ver televisão, a ouvir música e a ler.
No próximo dia 11 de fevereiro, Simone de Oliveira completa 88 anos e, apesar de não ter a mobilidade que gostaria, sente-se bem, otimista e pronta para festejar com a família. “Nesta altura, ainda não faço a mínima ideia do que vou fazer porque os meus filhos e os meus netos, ainda não me disseram nada sobre isso. Mas passarei com eles, certamente. Gosto muito de festejar o meu aniversário, é sinal de que estou viva”, partilha com a NOVA GENTE, com boa disposição.
Nesse dia, como nos conta, fará uma exceção e sairá da Casa do Artista, em Lisboa, onde reside desde 2023, para passear. “Tenho mobilidade reduzida, ando com uma bengala e também numa cadeira de rodas porque me custa andar, mas não quer dizer que já não ande na rua. Se for preciso, vou, mas saio pouco. Só se me vierem buscar e só saio com filhos, netos e um ou dois amigos”.
De resto, Simone passa os dias na associação, no quarto privado, mobilado e decorado ao seu gosto. “Estou num quarto maravilhoso, que os meus filhos fizeram para mim. Faço renda, vejo televisão, ouço ópera, leio…”.
A artista garante que não tem razões de queixa e que mantém uma postura positiva perante a vida. “Sinto-me muito bem, a minha cabeça está muito no sítio, tenho uma cabeça extraordinária, a memória está ótima e estou muito bem na Casa do Artista. Além disso, também tenho os meus filhos, os meus netos e os meus amigos muito bem, por isso tenho a obrigação de ser uma mulher feliz”, atira.
Leia esta matéria na íntegra na sua NOVA GENTE desta semana. Já nas bancas.